O caminhoneiro entrega a carga e espera até 45 dias para receber. Com a Genko, ele fotografa os documentos do frete e recebe via Pix em minutos — simples, digital e sem burocracia.
Como funciona Estrutura jurídicaValor do frete
R$ 5.000,00
Você recebe agora
R$ 4.750,00
Na vida real do caminhoneiro autônomo (o TAC), a conta não fecha: as despesas da viagem são à vista e o frete só entra semanas depois.
Diesel é o maior custo da viagem — pago na hora, no posto.
Praças de pedágio não esperam o embarcador pagar.
Qualquer imprevisto na estrada sai do bolso do motorista.
O frete entra em 15 a 45 dias — às vezes 90 na cadeia toda.
Processo 100% digital. O motorista não digita nada: fotografa os documentos e a plataforma faz o resto.
Cada operação tem uma conta exclusiva de recebimento (tecnicamente, uma conta vinculada / escrow). A transportadora paga o frete nela no vencimento, e a Genko faz a baixa automática da operação. Para o motorista, o nome é simples: Conta do Frete.
O motorista assina um único contrato na entrada (o Contrato Master). Cada viagem antecipada gera um aditivo eletrônico automático, assinado com um toque no app — com validade jurídica (trilha de auditoria, IP, geolocalização e hash).
Desenhado para quem está na boleia: letras grandes, 3 passos, funciona com internet fraca de estrada e tem o WhatsApp como canal alternativo completo.
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🔒 Segurança é nossa prioridade
1 · Login
Cadastro único com CNH + selfie (verificação de identidade / KYC)
2 · Enviar documentos
Zero digitação — leitura automática (OCR) e validação na SEFAZ
Valor do frete
R$ 5.000,00
Taxa única (deságio 5%)
– R$ 250,00
Você recebe agora
R$ 4.750,00
3 · Proposta
Transparência total: o número está na tela, sem letra miúda
R$ 4.750,00
enviado via Pix para sua conta
10/05 · 14:25 · Protocolo 3546856486
4 · Comprovante
Aditivo eletrônico assinado + comprovante Pix no histórico
5 · Acompanhamento
Status de cada operação + dados da Conta do Frete sempre à mão
O app é a vitrine — o painel é a fábrica. É nele que a equipe Genko controla risco, dinheiro e cobrança, em tempo real.
Fila automática: documento recebido → leitura (OCR) → validação na SEFAZ → checagem antifraude → proposta → pagamento → liquidação.
Limite por transportadora (concentração), limite por motorista, teto de % do frete e trava para primeira operação. Rating de pagadores — o dado mais valioso do negócio.
Carteira em tempo real: valor antecipado, a receber, vencidos, spread. Conciliação automática das Contas do Frete e aging de recebíveis.
Régua por WhatsApp/e-mail: lembrete antes do vencimento, cobrança no dia, escalada ao jurídico. Dossiê completo por operação.
CT-e cancelado depois da antecipação, pagamento fora da conta indicada, transportadora estourando limite — alerta na hora.
Mapa do Brasil com operações ao vivo, ranking de clientes, motoristas ativos, inadimplência — os números da empresa numa tela.
Os grandes players (Frete.com/CargoX, goFlux, bancos) disputam a antecipação para transportadoras. A ponta do motorista autônomo individual — receber em minutos, sem depender de aprovação do contratante — segue mal atendida. É aí que a Genko entra.
TACs ativos no registro nacional (RNTRC/ANTT)
frete rodoviário por ano no Brasil
ticket médio por frete (varejo → agro)
o que o motorista paga hoje em canais informais
| Player | Foco | Antecipa para o motorista autônomo? |
|---|---|---|
| Frete.com / CargoX | Marketplace + crédito p/ transportadora (FIDC BTG/XP) | Parcial — foco na empresa, não no TAC |
| goFlux | Fretes do agro + crédito p/ transportadora | Não |
| Edenred Frete (Repom), Pamcard, Sem Parar | Pagamento de frete regulado (CIOT) e cartões | Adiantamento programado pelo contratante — não é antecipação livre |
| Target Bank | Conta digital + antecipação | Sim, mas depende de aprovação do contratante caso a caso |
| Bancos (BB, Caixa) | Linha de crédito com garantia de frete | Sim, com burocracia bancária |
| Genko | Antecipação instantânea na ponta do motorista | Sim — em minutos, taxa na tela, zero digitação |
Toda operação financeira no Brasil tem trilhos. Mapeamos os três pontos que limitam o desenho original do projeto e, para cada um, a alternativa que o mercado já validou. Nada aqui inviabiliza o negócio — mas define como ele deve ser construído desde o primeiro dia. E a Genko sai na frente: já domina a antecipação de recebíveis no mundo das empresas — o projeto estende essa competência para a ponta do motorista.
Todo frete contratado com autônomo (TAC) exige o CIOT e pagamento eletrônico (PEF) por instituição integrada à ANTT (IPEF). Desde 2023, o dinheiro deve ser pago em conta de titularidade do próprio motorista, de livre escolha dele (Res. ANTT 5.862/2019, art. 7º).
O desenho "transportadora paga na conta escrow da Genko" não pode ser aplicado ao pagamento regulado do frete. Impor a nossa conta como destino violaria a resolução e exporia a transportadora a autuação.
Fazer como o mercado regulado faz: abrir para o motorista uma conta em nome dele dentro do ecossistema Genko (via parceiro BaaS/IPEF). Ele escolhe livremente receber ali; a liquidação da antecipação ocorre dentro dessa conta. A trava vira contratual: notificação formal da transportadora (art. 290 do Código Civil — quem é avisado da cessão e paga ao motorista mesmo assim, "paga mal e paga duas vezes").
Uma taxa de 5% em 30 dias equivale a ~80% ao ano. Empresa comum (não regulada pelo Banco Central) está presa à Lei de Usura: teto de 12% ao ano. O factoring tradicional opera com empresas (o TAC é pessoa física) e a ESC não pode emprestar a pessoa física.
A estrutura de fomento que a Genko já opera é feita para comprar crédito de empresas. Comprando crédito de pessoa física com deságio alto, corre risco de a Justiça requalificar a operação como empréstimo com juros acima do teto — devolução do excedente e dano de imagem.
Fase 1: operar como originadora/correspondente de uma SCD parceira (SCD — ex.: QI Tech, Celcoin, FitBank): a Genko capta, analisa e atende; o parceiro licenciado formaliza o crédito — instituição financeira não tem teto de usura. Fase 2: licença própria de SCD (capital mínimo R$ 1 milhão) + habilitação como IPEF. Já existem SCDs emitindo CIOT na lista da ANTT — o caminho tem precedente. O capital da Genko entra como funding da carteira (e, na escala, constitui-se veículo próprio: securitizadora S.A. — Lei 14.430 — ou FIDC).
Apps financeiros devem ser publicados pela empresa regulada (pessoa jurídica, com licenças comprovadas). Para apps classificados como empréstimo pessoal, as regras são duras: Apple limita o custo total a 36% ao ano (APR) e ambas proíbem operações com prazo de 60 dias ou menos.
Se o app for enquadrado como "empréstimo pessoal", o produto fica inviável nas lojas (nossas operações são justamente de ~30 dias). Publicar por conta de desenvolvedor pessoa física também é vetado.
Enquadrar corretamente: o produto é antecipação de recebível ("receba o seu frete"), não empréstimo — categoria com regras normais. Publicar pela conta de desenvolvedor da PJ operadora, nomeando o parceiro regulado, com textos das lojas revisados sob essa ótica. É o mesmo enquadramento dos apps concorrentes já publicados.
✓Validação do CT-e/MDF-e direto na SEFAZ + monitoramento de cancelamento pós-antecipação
✓Registro do recebível na CERC — impede que o mesmo frete seja antecipado duas vezes (dupla cessão)
✓Notificação formal da transportadora em toda operação
✓Primeira operação com limite reduzido + limites por transportadora
Medida Provisória em tramitação prevê adiantamento mínimo de 70% do frete ao autônomo e saldo em até 30 dias úteis. Se aprovada, valida o discurso ("receber na hora é um direito") e desloca o produto para a antecipação do saldo. Nada muda na estrutura — apenas na comunicação. Estamos acompanhando.
Taxa única (deságio) de 2,9% a 3,9% conforme risco e prazo — abaixo dos 10–20% do mercado informal, competitiva com bancos e sem a burocracia deles. Exemplo: frete de R$ 5.000 × 3% = R$ 150 por operação.
O dinheiro volta a cada ~30 dias e é reantecipado. Carteira de R$ 1 milhão girando ≈ R$ 30 mil/mês de receita bruta. O risco é o produto: 1 calote de R$ 5 mil consome 33 operações boas — por isso o painel de risco vem antes da escala.
Uma parceria = 20 a 200 motoristas de uma vez, com custo de aquisição perto de zero. O argumento para ela: "seus motoristas param de pedir adiantamento do seu caixa" — ela ganha fôlego sem pagar nada.
Validar barato, construir certo, escalar com dados. Cada fase só começa quando a anterior provou os números.
1. Escolher o parceiro regulado (SCD/BaaS) · 2. Parecer jurídico do desenho · 3. Marca própria do app + INPI · 4. Fase 0 com transportadoras parceiras · 5. Protótipo navegável do app
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